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Coronel Fabriciano, 29 de fevereiro de 2024

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Equipe de Animação do Sínodo no Brasil prepara live para orientar dioceses no processo de continuidade sinodal
28/06 Notícias da Igreja
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Com a publicação do Instrumentum Laboris, documento que será a base para o trabalho dos participantes do Sínodo sobre a Sinodalidade, programado para ocorrer em duas sessões: a primeira de 9 a 24 de outubro de 2023, e a segunda em outubro de 2024, no Vaticano, a Equipe de Animação do Sínodo no Brasil realizou uma reunião online na segunda-feira, 26 de junho, para fazer uma leitura e análise do texto.

O documento reúne a experiência das dioceses de todo o mundo nos últimos dois anos, a partir de 10 de outubro de 2021, quando o Papa Francisco deu início a um caminho para entender quais passos tomar “para crescer como uma Igreja sinodal”.

Segundo a assessora da Comissão Episcopal para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB e integrante da Equipe de Animação do Sínodo do Brasil, Mariana Venâncio, todo o grupo pôde interagir na reunião, apresentar algumas notas e considerações sobre o documento.

Ela revela que, como forma de aprimoração e formação, o grupo vai organizar uma live para orientar as dioceses sobre o Sínodo. A live acontecerá no dia 3 de agosto, às 20h, e será transmitida no Youtube da CNBB. A proposta é que ela seja direcionada às equipes diocesanas que vão ser responsáveis pela continuidade do processo sinodal nas dioceses.

O Instrumentum Laboris

Apresentado no dia 20 de junho, na Sala de Imprensa do Vaticano, o Instrumentum Laboris é composto por um texto e quinze fichas de trabalho que trazem uma visão dinâmica do próprio conceito de “sinodalidade”.

Há duas “macro-seções”: a Seção A, na qual se destaca a experiência desses dois anos e o caminho a seguir para se tornar uma Igreja cada vez mais sinodal; a Seção B – intitulada Comunhão, Missão, Participação – que destaca as “três questões prioritárias”, no centro do trabalho em outubro de 2023, ligadas aos três temas principais: crescer em comunhão, acolhendo a todos, sem excluir ninguém; reconhecer e valorizar a contribuição de cada pessoa batizada em vista da missão; identificar estruturas e dinâmicas de governança por meio das quais articular ao longo do tempo participação e autoridade em uma Igreja sinodal missionária.

Clique (aqui) e acesse o documento.